O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que aponta um crescimento de 7,3% no valor do salário mínimo, que será de R$ 667,75.
O impacto do aumento nas contas públicas ainda não foi divulgado. A estimativa é baseada na regra padrão para cálculo do salário, somando-se o PIB do ano anterior, que foi de 2,73%, e a inflação, que foi de 4,5%.
Como o Ministério do Planejamento estima um crescimento real do PIB em 5,5% em 2013, que deve se manter nos próximos anos, o salário mínimo poderá passar para R$ 729,20 em 2014 e R$ 803,93 em 2015.
O documento enviado ao Congresso prevê ainda um crescimento de 5,5% do PIB, um aumento de um ponto percentual em relação à meta de 2012, e queda de 0,2 pontos da inflação acumulada, que deverá de 4,5%.
De acordo com a ministra da pasta, Miriam Belchior, a estimativa otimista do governo deve-se à provável recuperação do mercado mundial até o ano que vem.
Já os educadores da rede estadual protestam contra a proposta do governador Jaques Wagner de conceder os 22,22% de forma parcelada. A proposta foi enviada à Assembleia Legislativa na última quarta, 9. A categoria não aceita o parcelamento para novembro e abril de 2013. O governo diz que já paga o piso nacional (R$ 1.451,00) aos professores licenciados. A greve na rede estadual começou, oficialmente, ontem.













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